Foi em 28 de agosto de 2002, finzinho da noite, que Upanema recebeu surpreendida a notícia da morte de Ramos, o professor Severino Ramos Martins de Moura.
Naquela mesma noite os amigos do nosso amigo Beto Fernandes (pai de Enildo, do Conselho Tutelar) estavam em sua residência velando seu corpo.
Pela manhã do dia 29, bem cedinho, a cidade já estava de luto, pela morte desses dois cidadãos, muito conhecidos na cidade.
Ninguém esperava que haveria outra morte, de outra pessoa muito querida.
Foi naquela manhã que o professor Juvenal faleceu repentinamente e deixou a todos perplexos.
Assim, perdíamos de uma vez só dois professores de História.
Naquela mesma noite os amigos do nosso amigo Beto Fernandes (pai de Enildo, do Conselho Tutelar) estavam em sua residência velando seu corpo.
Pela manhã do dia 29, bem cedinho, a cidade já estava de luto, pela morte desses dois cidadãos, muito conhecidos na cidade.
Ninguém esperava que haveria outra morte, de outra pessoa muito querida.
Foi naquela manhã que o professor Juvenal faleceu repentinamente e deixou a todos perplexos.
Assim, perdíamos de uma vez só dois professores de História.
Xavier, me lembro como se fosse hoje. Tanto Juvenal como Ramos eram historiadores como eu. No outro dia eu tinha uma viagem para Mossoró, fazer uma prova para monitoria na faculdade, e não fui com medo de acontecer alguma coisa e o terceiro historiador morrer em 24h. Hoje até parece brincadeira, mas fiquei com muito medo mesmo...
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